sábado, 6 de abril de 2013

POR QUE TEMOS MEDO DE AMAR?




Porque não experimentei o amor na minha infância. Quando somos privados do amor enquanto crianças, quando vivemos em lares desajustados, onde o amor não está presente, onde os familiares vivem em constante guerra entre si; quando nos falta carinho, atenção, cuidado, compreensão, alegria de viver, sentimento de importância de pertencer; quando as nossas necessidades mais básicas nos são negadas, sejam espirituais, emocionais ou fisiológicas; quando sofremos violência e abusos deixamos de experimentar o amor, de vivê-lo, de aprender dele. Como poderemos desenvolvê-lo na nossa maturidade? Como acreditar que alguém pode nos amar e nos fazer felizes se jamais soubemos o que significam estas coisas? Provavelmente teremos medo de amar, e só conseguiremos nos entregar quando nossas feridas estiverem curadas, quando reeditarmos o filme da nossa vida na nossa mente e acreditarmos que somos especiais, que podemos viver o amor em toda a sua plenitude.

Quais são as tuas feridas? Que passado você precisa deixar para trás? O que você precisa fazer para libertar-se?

Complexo de inferioridade. Muitas vezes cultivamos uma visão distorcida de nós mesmos, às vezes devido há muitas das coisas citadas acima. Principalmente nesta época atual onde predomina um padrão de beleza imposto pela mídia, onde as pessoas são valorizadas não pelo conteúdo do seu caráter, mas pela quantidade e pela qualidade dos bens que possui, pela posição social, pela cor da pele, quem foge a esse padrão sente-se inferiorizado, diminuído, desprezado. É impossível amar sentindo-se um ninguém. Somente quando descobrimos que nosso valor está acima das nossas posses e da nossa efêmera aparência é que temos a oportunidade de nos entregar ao amor sem reservas, é que podemos arriscar, acreditar, investir.

Qual o teu complexo? Você se sente diminuído? Por que?

Auto-imagem distorcida. E esse complexo de inferioridade nada mais é que uma imagem distorcida que temos de nós mesmos. Quando deixamos de buscar um autoconhecimento genuíno e permitimos que as pessoas coloquem sobre nós seus estereótipos preconceituosos, acabamos acreditando que realmente somos aquilo que nos dizem. Se não me conheço, o que me tornarei? Se não sei quem sou, como não me deixarei manipular? Sem identidade, acabamos perdidos, aceitando a imagem que colocam sobre nós. E se alguém algum dia tenha dito que somos incapazes de amar, de fazer alguém feliz? Somente quando nos conhecemos é que temos a oportunidade de abrir nossa vida para o amor, pois sabemos nossas reais limitações e nossos mais belos talentos. Uma visão equilibrada e humilde acerca de nós mesmos nos abre para uma vida de intensas oportunidades, onde o amor estará sempre presente.

O que você pensa de si mesmo? Será que é essa mesma a imagem real de você? O que lhe disseram que é mentira?

Desilusões amorosas passadas. Uma alma calejada e sofrida teme amar e sofrer mais uma vez. Todos desejamos a felicidade, ansiamos pelo final-feliz que vemos nas novelas da televisão, idealizamos aqueles casamentos fantásticos, onde tudo é um mar de pétalas de rosas perfumadas. Mas a vida não é uma novela e nos deparemos com a dor e o sofrimento. Somos pessoas humanas e limitadas buscando ser felizes ao lado de pessoas iguais a nós, e no final nem tudo sai conforme planejamos. As pessoas erram, falham conosco, são infiéis, mentem, manipulam, enganam ou simplesmente não têm raiz em si mesmas. Por fim, terminamos machucados, amargando a dor de um amor que nos causou sofrimento. Lá na frente, ao nos depararmos mais uma vez com a chance de amar, de ser feliz, teremos medo, receio, dúvidas; não conseguiremos nos entregar por receio que a história se repita. Mas devemos entender que as pessoas não são as mesmas do passado e a situação é diferente. É preciso nos dar uma chance e dar chance também a quem se dispõe a nos amar. O passado é passado, a não ser que decidamos carregá-lo nas costas a vida inteira.

Que desilusões amorosas você sofreu no seu passado? Será que perdoar, esquecer e seguir em frente não te faria mais feliz e pronto para um novo amor?

Medo dos problemas que causam sofrimento. Muitas pessoas acreditam que existe a possibilidade de passar pela vida sem enfrentar qualquer tipo de sofrimento. Algumas igrejas chegam a afirmar que sofrimento é coisa do inimigo, que Deus não quer isso para nós. Talvez se esqueçam da queda do homem e de como ele foi expulso do paraíso. O amor tudo sofre! Jesus disse que no mundo passaríamos aflições. Mas para quem estamos olhando: para nossos problemas ou para o amor que pode resolver todos os nossos problemas ou nos dar a força necessária para enfrentá-los?

Você está fazendo das pedras no caminho degraus para construir uma escada que o levará cada vez mais alto ou obstáculos intransponíveis?

Medo da rejeição. Não há quem suporte a rejeição. Tememos ser rejeitados por aquilo que somos, mas talvez estejamos carregando uma imagem errada de nós mesmos. Tememos nos lançar numa aventura amorosa por não acreditar que somos capazes da conquista, que não temos nada dentro ou fora de nós que agrade ao objeto do nosso amor. Conhecemos nossos defeitos, nossas crises, e temos receio de que nos rejeitem ao nos conhecerem como realmente somos. Muitas vezes sofremos de algum tipo de deficiência física ou somos pessoas pobres financeiramente, e isto cria uma certa barreira. Na verdade, rejeitamo-nos a nós mesmos e isto reflete nos nossos relacionamentos, influencia no momento de investir em um romance. Somente quando nos aceitamos como somos e nos valorizamos é que temos a chance de acreditar que podemos muito. Quando nos amamos, somos amados e temos a capacidade de amar os outros. Sempre existirá um alguém para outro alguém. A partir do momento que somos rejeitados por algum motivo, é um bom sinal de que, talvez, aquela pessoa não tenha sido a pessoa certa para nós. Quem nos ama, nos amará e nos aceitará, independente de tudo.

Por quê motivo você tem-se sentido rejeitado? Ainda não descobriu o teu valor como pessoa, como criatura de Deus? O que te falta para se aceitar e se amar?

Medo da perda. Como é difícil perder quem amamos! Perder para a morte, perder para a vida, perder para outra pessoa. A dor da perda pode durar uma vida inteira, minando nossas emoções, nossa esperança de sermos mais uma vez felizes. É difícil lidar com a perda, principalmente quando estamos alicerçados sobre aquilo que perdemos. É como se tivessem tirado o chão de sob os nossos pés. Mas quando não nos permitimos amar por medo de uma possível perda, por não saber suportá-la, sofremos por antecipação, deixamos de lutar e já saímos derrotados: perdemos muito antes de haver investido. Mas precisamos aprender a lidar com as perdas na nossa vida para não vivermos em função delas. Precisamos aceitar as coisas que são inevitáveis, como a morte, e trabalhar para que aquilo que pode ser evitado o seja. Muitas vezes precisamos perder algo ou alguém para aprender alguma lição, para crescermos em cima disto. Mas jamais devemos deixar de amar por medo do que podemos perder, porque no amor ocorre sempre uma soma, uma multiplicação, ele sempre nos acrescenta algo, de modo que sempre saímos lucrando.

Quem você perdeu que hoje te impede de amar? Será que não é hora de aceitar essa perda e seguir em frente com a tua vida, que você ainda não perdeu?

Orgulho. O medo de amar pode estar relacionado a um cuidado excessivo de si mesmo. Amar significa doar-se, compartilhar, compreender, aceitar, perdoar, assumir riscos e compromissos sérios, entregar-se. Muitas pessoas amam-se demasiadamente ao ponto de não se deixar envolver por outras; estão tão cheias de si que já não cabe mais ninguém em seus corações. O orgulho as impede de se reconhecerem incompletas, incapazes de encontrar a sua completude tão somente no outro. Quando Deus criou o homem o fez a Sua imagem e semelhança, dotou-o de talentos e virtudes, deu-lhe o domínio sobre toda a criação, e o próprio Deus andava com ele. Ainda assim, o Criador olhou para esta sua criatura, que tinha de tudo e tinha a Sua santa presença e disse: “Não é bom que o homem esteja só” (Gênesis 2:18). O próprio Deus viu que o homem precisava de alguém como sua companhia. Mas muitos vivem hoje como se não precisassem de ninguém, como se o amor fosse para os fracos e carentes. O orgulho os impede de viver uma vida a dois, por medo de tudo o que esta vida pode lhe cobrar. Sem quebrar com as cadeias do orgulho, torna-se impossível reconhecer o amor no outro, se entregar sem reservas, amar verdadeiramente.

Você tem sido orgulhoso ao ponto de enxergar a sim mesmo somente? Você já parou para pensar que todos precisamos de alguém e que ninguém jamais será auto-suficiente? O que te falta para quebrar o orgulho e começar a amar?

Medo das pessoas. O mundo e as pessoas que fazem o mundo hoje estão alcançando níveis de maldade talvez superiores aos da Idade Média, que ficou conhecida como a Idade das Trevas, onde até mesmo papas eram tidos como pervertidos, assassinos e corruptos. O mal está banalizado, a violência está banalizada. E isto tem atingido em cheio os relacionamentos. O ser humano está desacreditado; passamos a temer a mentira, a ilusão, o engano, o abandono, a traição. As pessoas nos metem medo, nos trazem desconfiança, nos enchem de dúvidas. As mulheres ouvem dizer que o marido de uma amiga a traiu, violentou, surrou, e passam a tratar todos os homens como sendo iguais. O homem não confia mais na mulher, tem medo de ser traído, pois um amigo seu foi traído pela esposa. O problema é que acabamos olhando para todos os pontos negativos e esquecemos que existem os pontos positivos, aqueles que conseguem unir um casal por mais de 50 anos, até que a morte os separe. Quem é bom? Quem é perfeito? Quem não possui defeitos? Todos somos maus, mas todos temos a capacidade dada por Deus de amar, de fazer alguém feliz, mesmo com todos os nossos defeitos. E todos temos a capacidade de mudar se for preciso, pois Deus nos fez assim. Além disso, cada pessoa é uma pessoa diferente e cada história não é nem será igual.

Por que você tem medo das pessoas? Que mal te fizeram que te impede de acreditar em quem você ama e se entregar? Você consegue enxergar algo de bom em alguém?

Sonhos e metas pessoais. Como já foi dito, amar envolve o compartilhar de duas vidas, e em alguns momentos uma das partes terá de abrir mão de algo em prol da outra, de modo que isto redunde em benefício para o casal. O egoísmo e o egocentrismo devem ficar de fora. Todavia, muitas pessoas desejam ter alguém do seu lado, investir num casamento, mas acabam colocando suas metas pessoais acima da pessoa amada, seu sucesso profissional acima do sucesso do casal. Elas olham somente para si como se ainda vivessem sozinhas, como se suas decisões não fossem afetar os dois. Todos podemos e devemos ter ambições na vida, metas e sonhos, mas jamais podemos permitir que isto venha nos roubar o cuidado com o outro, o altruísmo necessário à felicidade conjunta. Além dessas pessoas que querem amar, mas não se permitem doar-se, existem aquelas que simplesmente fogem do amor com medo de que ele atrapalhe seus planos. Chegam ao extremo de escolher uma vida de solidão emocional para crescerem profissionalmente. O que restará em suas vidas além de um vazio e uma carência afetiva jamais preenchida pelo sucesso profissional, pelo dinheiro, pela idolatria de si mesmo?

Será que teus sonhos e metas pessoais estão impedindo que você desfrute da plenitude do amor? Será que a tua felicidade resume-se a fazer coisas, a enfiar a cara no trabalho e esquecer de quem está do teu lado? Como conciliar o amor e o trabalho na tua vida?

Dificuldade de lidar com o outro. Não se pode amar sozinho. Quando amamos, amamos alguém. Consequentemente teremos de aprender a lidar com o outro. E é este aprendizado, esta capacidade que decidirão o sucesso ou o fracasso numa relação a dois. Cada ser humano é ímpar, não existem pessoas iguais, mesmo sendo gêmeos idênticos. A história de vida, o aprendizado, a construção do caráter, as manias, os gostos, os defeitos e pecados, os sonhos e metas, as ambições, os ideais, praticamente tudo diferirá, até mesmo a cultura e o nível social de cada um. Como conviver com isso? Como lidar com tantas diferenças? Muitos não têm a capacidade – ou não querem ter – de conviver com isso, de aceitar o outro plenamente, de compartilhar com ele seu espaço físico. Outros talvez não estejam preparados para os momentos de aborrecimento, de crise, de destemperança do ser amado. O que fazer quando ela estiver de TPM? Como lidar com ele e seus amigos? Ele ronca, ela não larga da novela; ele é muito introspectivo, ela fala demais; ele é muito aventureiro, ela é muito caseira. São essas dificuldades que podem fazer com que se evite embarcar em um relacionamento sério, ou podem destruir quaisquer outros já existentes. Mas quem ama, precisa aceitar as limitações do outro, aprender a conviver com suas neuras, sabendo que se é igual, pois ninguém é perfeito.

Você tem aprendido a lidar com os pontos fracos do ser amado, a aceitá-lo como ele é, sabendo que você também possui suas crises? Já parou para compreender que um ser se completa no outro e ambos devem se amar sem restrições? O que falta para você começar a agir assim?

Falta de motivação. O fato de haver muitas separações e divórcios e inúmeras histórias de casamentos infelizes, de relações conturbadas, regadas a violência e traição, desmotiva muitas pessoas a amar, a se permitir viver uma situação onde esses riscos poderão estar presentes. O cuidado de si mesmo, o cuidado com as coisas do mundo, a falta de uma perspectiva animadora distancia as pessoas do amor. Afinal, é certo que desejamos entrar em qualquer empreitada para vencer, jamais para sairmos derrotados ou perdendo algo. Pensar que deveremos abrir mão do nosso próprio eu em benefício do outro, de parte da nossa privacidade, do nosso conforto, que teremos de enfrentar possíveis dificuldades e sofrimentos, que nossa vida será “invadida” por outra vida pode nos causar desconforto e nos desmotivar a amar. Mas isto só acontece por um motivo: porque de fato não conhecemos a profundidade da grandeza que existe no amor verdadeiro. Se conhecêssemos o amor como ele de fato é, somente isso já nos bastaria como motivação para amar e enfrentar quaisquer obstáculos por este amor. O problema é que sempre enxergamos o amor da perspectiva dos nossos medos, receios e fracassos, jamais da perspectiva do amor, acima de tudo do amor de Deus.

O que lhe tem desmotivado a amar: o passado, o presente, o futuro? Que tipos de problemas você teme enfrentar? Já parou para pesar na balança os prós e os contras de amar?

Aprendizado errado ou insuficiente sobre o amor. Muitas pessoas têm medo de amar porque desconhecem o sentido do amor. Olhamos para a estatística que mostra que o número de separações e divórcios aumenta assustadoramente a cada ano e dizemos: O AMOR NÃO EXISTE! Além disso, o mundo nos oferece inúmeras explicações e sentidos para o amor e a maioria não se aproxima do ideal. O amor que o mundo e a mídia nos apresentam, é hedonista e está quase sempre ligado ao prazer sexual apenas. É um amor de interesses, onde os casais fazem acordos pré-nupciais, procurando garantir um sustento num divórcio iminente. O amor do mundo gera ódio, é egoísta, mesquinho; ele trata as pessoas como coisas a serem usadas e descartadas. Quem quer ser assim? Quem deseja esse tipo de amor? Ninguém! Por isso as pessoas fogem dele, não se deixam apaixonar, porque sabem que tudo não passa de um jogo de interesses e que, num futuro não muito distante, irão sofrer. Somente quando aprendemos o significado do verdadeiro amor, o amor sincero, altruísta e divino, é que nos sentimos livres para amar. Somente quando enxergamos a verdade que se esconde no fato de que o amor vem de Deus e é Deus, e nos deixarmos moldar, transformar, curar e libertar por ele, é que estaremos prontos para amar e ser amados, mesmo com todos os espinhos, mesmo com todas as pedras do caminho, porque o simples fato de amar já será o suficiente para nos manter no caminho certo.

O que te ensinaram sobre o amor? Em que escola você aprendeu sobre o verbo amar? Ainda é tempo de mudar esse aprendizado.

Mizael de Souza Xavier, todos os direitos reservados


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2 comentários:

  1. Então, como comentei no G+, as pessoas resolveram bagunçar o mundo, com idéias que não valorizam o essencial: o amor, a paz a felicidade, a fé...A FAMÍLIA, a base de toda disciplina, de todo afeto, ternura. Os outros animais convivem 24 horas com suas crias, protegendo, ensinando, amando, e deles só se afastam, quando se tornam adultos, Mas o "ser humano", "inteligente", está fazendo o contrário. Quando alguém questiona, é machista, preconceituoso...Sofismo tão antigos quanto os crimes de bárbaros, e parece que não há muito o que fazer...Só mesmo Deus!

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  2. quando um casal se ama eles tem um sonho em comum, viverem juntos se doando e vivendo um para o outro, tem um um sonho de que esse amor se concretize formando assim uma família, vem os filhos, as responsabilidades aumentam, um vai aprendendo a conviver com o defeito do outro etc... mais se tiverem a consciência de seus erros e acertos tudo se torna mais facil no relacionamento,se houver um erro com certeza haverá um perdão, se um se sentir fraco encontrar a fortaleza no outro, isso se caminharem de mãos dadas. Mas a partir do momento que um resolve soltar a mão do outro pra viver uma vida individual colocando diante desse relacionamento exemplos: amigos, prazeres,vícios, viagens e o principalmente o orgulho onde se enganando acredita que que o outro é apenas sua propriedade, jogando a responsabilidade de uma educação familiar nas costas do outro, sem que o outro não tenha o direito de reclamar, nãó tendo direito ao dálogo, sim porque muitas vezes quando se quer conversar essa conversa termina em discurção onde ninguém escuta ninguém, onde o outro ja não é mais tão importante ou tão atraente, onde o carinho e o respeito ja deichou de existir, onde o amor passou a ser o amargor, onde o sonho virou pesadelo, e mesmo assim um tem que segurar abarra pra tentar manter aquela família de pé e ainda ter que mostrar pra sociedade que tudo ta perfeito,enquanto dentro de si o coração sangra com tanta dor, tanta decepição, tentando encontrar pelo menos um reflexo do sonho que se tinha quando se conheceram,os anos vão passando e cada um procura dentro de si aquele amor que fez com que esse casal se unisse e não encontra mais, o que se encontra é um enorme carinho pelos anos vividos, e que um aprendeu a se acostumar com a presença do outro, mais mesmo assim esse casal tem que permanecer juntos porque existe além deles, famía, familiares, amigos e toda um sociedade. e mesmo não vivendo mais juntos o amor fica desacreditado,haverá sempre o medo de se entregar a um outro amor sem reservas por medo da incompreenção ou de sofrer novamente,e em um relacionamento assim sempre quem sofre mais será aquele que segurou a barra até onde deu pra segurar.






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