terça-feira, 8 de maio de 2018

OS MAIORES ERROS QUE O CRENTE NÃO PODE COMETER





Achar que conversão é entregar-se a Deus porque está cheio de problemas e deseja receber bênçãos em troca da sua fé.

Pensar que é possível viver um cristianismo sem cruz, sem submissão total ao senhorio de Cristo, sem amor e sem obediência à sua Palavra.

Achar que é possível ser crente sem abandonar os pecados, sem viver em novidade de vida, sem ser nova criatura.

Acreditar que a Igreja é um templo ou uma denominação e resumir a sua vida espiritual a tudo que acontece ali dentro.

Deixar de ler e estudar a Bíblia para dar ouvidos aos falsos ensinos dos falsos mestres, falsos profetas, falsos apóstolos e anticristos.

Achar que pode ficar sentado, salvo e satisfeito na Igreja, sem servir a Deus, sem produzir frutos, sem praticar as boas obras.

Sair da Igreja por considerá-la muito “pecaminosa”, sem jamais olhar para o seu próprio pecado, incluindo o achar-se melhor que todo mundo.

Criticar tudo que se faz dentro da Igreja, achar tudo ruim, enquanto não contribui com absolutamente nada.

Apontar os erros dos líderes, dos irmãos, dos ministérios, das programações e de tudo mais, sem sugerir mudanças nem fazer melhor.

Dar dízimos e ofertas com interesses mesquinhos, sem amor e sem entender que dar é melhor que receber.

Achar que pode ser crente sozinho em casa, sem a comunhão com outros irmãos e sem estar debaixo de uma autoridade pastoral.

Rejeitar o ensino teológico por considerar que ele destrói a fé do crente, desprezando o ensino sólido das Escrituras.

Aceitar tudo o que escuta e lê a respeito de Deus sem consultar as Escrituras para ver se as coisas são de fato assim.

Achar que é possível manipular a vontade de Deus por meio de orações, dízimos e jejuns, sem levar em conta a sua soberania.

Crer que é possível servir a dois senhores (Deus e o dinheiro), transformando a fé num instrumento de barganha com Deus.

Acreditar que Deus não está observando as fofocas, as intrigas, a maledicência, o adultério e a prostituição dentro da Igreja.

Achar-se mais espiritual que todos porque fala em línguas estranhas, usando essa linguagem para aparecer e proferir mentiras.

Profetizar ou “revelar” o que o Senhor não ordenou, enganando os irmãos com falsas promessas de bênçãos e milagres.

Achar que ser pastor é ser intocável, incapaz de pecar e que todos devem obedecê-lo cegamente, sem questionar.

Afirmar que todos os seus problemas e pecados são culpa do diabo, deixando de assumir seus próprios erros e a sua responsabilidade.

Viver como se Jesus não fosse voltar, pecando e deixando cumprir o Ide por meio da evangelização e das missões.


AUTOR:

Mizael de Souza Xavier, natural do Rio de Janeiro. Moro atualmente em São Paulo. Sou poeta, teólogo e escritor. Exerço o ministério pastoral na Igreja Cristão Nova Aliança do Senhor, em São Paulo/SP.

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