terça-feira, 13 de dezembro de 2022

CATÓLICO NUNCA MAIS! O IMPOSSÍVEL REGRESSO DO PROTESTANTE AO CATOLICISMO

 


O impossível regresso do protestante ao catolicismo

Mizael de Souza Xavier


Vez por outra, vejo algumas matérias na Internet contando histórias de protestantes que “se converteram” ao catolicismo romano ou que voltaram a frequentar a igreja católica após algum tempo frequentando uma igreja evangélica. Tal acontecimento é como um valioso troféu para os católicos, porque um protestante reconheceu que estava errado e voltou ou entrou para a única e verdadeira igreja de Jesus Cristo. Tais conversões ou regressos são sempre acompanhados de testemunhos contra a doutrina e a igreja protestantes. Para a maioria dos evangélicos, tais conversões causam estranheza, uma vez que estamos acostumados a ver os ímpios serem convertidos a Jesus e passarem a fazer parte de alguma igreja cristã evangélica, não o contrário. Quando alguém cai em pecado e volta para o mundo, não soa tão estranho, porque mesmo o cristão sincero está sujeito a isso, quando não anda no Espírito Santo. Mas voltar à antiga crença leva-nos a questionar sobre o que possa ter acontecido.

Quero aqui analisar alguns pontos importantes para a compreensão desse abandono da fé e regresso do cristão protestante ao catolicismo romano ou a qualquer outra crença.


Conversão insincera

Em todas as crenças existem aqueles que são apenas fiéis nominais, que se declaram de determinada religião, mas não vivem segundo a sua própria fé. Por motivo de cultura familiar ou social, declaram-se cristãos, judeus, muçulmanos, espíritas, budistas, mas não praticam sua religião. A grande maioria daqueles que se declaram católicos possuem uma baixíssima frequência na igreja. No meio protestante não é diferente. As igrejas evangélicas estão lotadas de falsos crentes, que vivem uma falsa fé, porque passaram por uma falsa conversão. Eles chegaram até a igreja atraídos por promessas de bênçãos e milagres, não por causa do Senhor Jesus. Eles foram convencidos de que Jesus resolveria todos os seus problemas, não de que eram pecadores miseráveis carentes de salvação. Assim, tornam-se “crentes” carnais, que dão péssimo testemunho, que não servem a Deus nem evangelizam. São lobos em pele de cordeiro, joio no meio do trigo. Quando chegam as provações e as cobranças, logo abandonam a igreja e a fé.

Neste grupo dos insinceros ainda estão aqueles que acreditam que se converteram, que o fato de terem praticamente nascido na igreja, que ser amigo do Evangelho, fazer parte de ministérios e dar ofertas e dízimos faz de alguém um cristão verdadeiro. Muitas pregações não são evangelísticas ou não enfatizam o suficiente os pontos principais do Evangelho que podem levar o ímpio a uma conversão sincera. Após uma pregação vazia da mensagem de salvação, faz-se um apelo e solicita-se que os ímpios que desejarem, façam uma oração mecânica de conversão, que não parte da sua própria vontade. Como os do outro grupo, esses insinceros serão como galhos mortos na videira. Além disso, nenhuma ênfase é dada ao preço por seguir a Jesus: negar a si mesmo, tomar a sua cruz, obedecer a Deus, desenvolver sua santidade, viver em comunhão, pregar o Evangelho e fazer discípulos. Seu coração é a beira do caminho, o solo pedregoso e aquele cheio de espinhos.

A falta de conversão verdadeira implica na ausência do Espírito Santo. Esses indivíduos estão na igreja, mas não fazem parte do Corpo de Cristo. São como folhas ao vento, sacudidas para todos os lados por todo vento de doutrina (Efésios 4:14,15). Eles não suportam a verdade, a sã doutrina, mas seus ouvidos coçam e clamam por qualquer novidade teológica que satisfaça seus próprios interesses (2 Timóteo 4:1-5). Não é difícil regressar ou se converter ao catolicismo romano nessas condições. Uma vez que não são templos do Espírito Santo nem têm a mente de Cristo, a doutrina caótica torna-se sedutora, acima de tudo quando convencidos de que ela é a única e verdadeira Igreja de Cristo, que o papa é o representante legítimo de Jesus na terra e que todas as igrejas evangélicas são seitas comandadas por Satanás. A incerteza a respeito da sua própria salvação e o medo de ter “trocado o certo pelo duvidoso” faz com que muitos desses falsos crentes voltem ou entrem para a igreja romana.



FONTE: “A igreja católica e as seitas”, de Pe. Flaviano Amatulli Valente, ed. Apóstolos da Palavra, 1998.


Ignorância com relação às Escrituras

Os grandes ataques do catolicismo romano à fé protestante ocorrem justamente contra os maiores pilares da Reforma Protestante, os cinco solas que todos os cristãos evangélicos deveriam conhecer, mas que a maioria ignora:


  • Sola Scriptura: as Escrituras Sagradas como única fonte autoritativa de fé e prática cristãs (Mateus 4:4; 5:18; João 6:63; 17:17; Romanos 1:1,2; 15:4; 16:25-27; 1 Coríntios 2:6-13; 15:3-8; Gálatas 1:6-12; Efésios 2:19-22; 3:1-5; 2 Timóteo 3:14-17; Hebreus 1:2; 1 Pedro 1:10-12; 2 Pedro 1:3,16-21; 2 Pedro 3:1,2,15,15; Apocalipse 22:18,19).

  • Sola fide: a justificação do pecador acontece e sua nova vida desenvolve-se somente pela fé na obra vicária de Cristo (João 3:16; 6:29,29; Atos 15:7-9; 26:16-18; Romanos 1:16,17; 3:21-4:25; 5:1,2; 10:4-11; Gálatas 2:16; 3:8,11-14,22-26; 5:1-6; Efésios 2:8,9; 3:17-19; Filipenses 3:9; 2 Tessalonicenses 2:13; 1 Timóteo 1:16; Hebreus 10:38,39; 11:1-40; 2 Pedro 1:1).

  • Sola gratia: salvação somente pela graça de Deus, sem mérito humano, de acordo com a sua soberana vontade (Salmo 6:4; Atos 15:11; Romanos 3:21-24; 4:16; 6:14-23; 11:1-6; 2 Coríntios 1:12; 8,9; 12:9; Gálatas 1:15,16; 2:20,21; 3:18; Efésios 1:4-6; 2:7-9; 4:4-7; 2 Tessalonicenses 2:15-17; 1 Timóteo 1:12-14; Tito 3:4-7; 1 Pedro 1:1-5,10).

  • Solus Christus: somente o Senhor Jesus como princípio, razão e centro da fé cristã (João 1:1-18; 5:21-27; 6:40-51; 7:37,38; 10:25-30; 14:6; 15:1-5; Atos 4:11,12; Romanos 5:10-21; 1 Coríntios 6:11; 8:5,6; Gálatas 2:16; 3:22-29; Efésios 2:13-22; Filipenses 2:5-11; 3:7-11; 1 Timóteo 2:5; Hebreus 5:1-10; 9:11,12; Apocalipse 5:6-10;

  • Soli Deo Glória: toda honra e toda glória, todo culto e adoração a Deus somente (Salmo 24:7-10; 57:5; Isaías 6:1-3; 48:11; Romanos 11:36; 16:27; 1 Coríntios 10:31; Gálatas 1:3-5; Efésios 2:8,9; 3:20,21; Filipenses 4:20; 2 Timóteo 4:18; Hebreus 13:21; 1 Pedro 4:11; 2 Pedro 1:2,3; 3:18; Judas 1:25; Apocalipse 1:5,6; 4:11; 5:12-14).


Destes cinco pontos depende toda a fé reformada e por causa deles ocorreu a contrarreforma, que culminou com o Concílio de Trento (1545 a 1563), que rechaça com vários anátemas a fé protestante. Para o catolicismo romano, os cinco solas ficariam mais ou menos assim:


  • Não apenas as Escrituras Sagradas, mas também a Tradição e o Magistério da igreja como que possuindo a mesma autoridade revelacional da Bíblia, incluindo os livros apócrifos.

  • Não somente a fé, mas também as obras para conquistar a salvação.

  • Não somente a graça, mas a participação humana segundo a doutrina da “comunhão dos santos”, que inclui o sufrágio pelas almas do purgatório e o pagamento de indulgências.

  • Não somente Cristo, mas as obras e a virgem Maria.

  • Glória a Deus, a Maria, aos anjos e aos santos.


Sem ler nem estudar a Palavra de Deus, como o crente em Cristo Jesus refutará cada um desses pontos? Como terá plena convicção da sua fé e da sua conversão? Como poderá apresentar o Evangelho ao católico sem ser evangelizado por ele? Existem muitos cristãos sinceros que acabam por regressar ao catolicismo porque não se permitiriam ser ensinados por Deus, não receberam instrução bíblica na igreja, não se importam em estudar em casa. Para eles, a fé católica é a mesma da protestante, então tanto faz. Mas não é. Pela graça de Deus, o Espírito Santo irá incomodá-los e abrir-lhes os olhos para que voltem à verdade do Evangelho. O seu coração arderá de indignação diante das imagens de escultura e da adoração a Maria, como o apóstolo Paulo em Atenas (Atos 17). Ele não suportará participar da celebração eucarística, quando Cristo é oferecido outra vez em sacrifício pelos pecados, pois se recordará que Jesus ofereceu um único e providencial sacrifício de si mesmo na cruz para nos dar o perdão e a salvação eterna (Hebreus 9:28; 10-12). Mesmo com pouco conhecimento da Bíblia, o cristão protestante verdadeiramente convertido não durará muito tempo longe da sã doutrina.


Ecumenismo

De acordo com a doutrina oficial da Igreja Católica Apostólica Romana, não existe salvação fora da igreja católica. O Catecismo da Igreja Católica, em seu parágrafo 846, repete a doutrina oficial da igreja romana, como consta no documento Lumen Gentium, do Concílio Vaticano II, que afirma: “esta Igreja peregrina é necessária para a salvação” (LG, 38). Os cristãos de outras igrejas cristãs são denominados de “irmãos separados” pelo Vaticano II. Todavia, basta uma rápida observação nas redes sociais para ver que, na verdade, o cristão evangélico é tratado com desprezo e desdém por muitos católicos; são “os protestantes”, “os calvinistas” e sua sola fide. Outros, no entanto, consideram respeitosamente os evangélicos. Apesar de tudo isso, o catolicismo romano prega o ecumenismo, que é uma tentativa de harmonizar as religiões, em especial as igrejas cristãs, tendo como ponto central da fé a “eucaristia”. No Brasil, o principal conselho das igrejas ecumênicas é o CONIC (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs), do qual são membros: a Igreja Católica Apostólica Romana, a Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, a Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, a Igreja Ortodoxa Siriana do Brasil e a Igreja Presbiteriana Unida do Brasil. Fora do movimento ecumênico estão a Igreja Presbiteriana do Brasil, os Batistas, os assembleianos e um incontável número de denominações cristãs independentes que não podem conciliar a sã doutrina com o que propõe o ecumenismo nem manter comunhão de fé com igrejas que pregam aquilo que a Bíblia não ensina.

A conversão ou a volta ao catolicismo romano por parte dos membros das igrejas adeptas do ecumenismo não é algo excepcional, uma vez que o ecumenismo nos leva a pensar que todas as igrejas são iguais e legítimas. Na prática, o ideal católico permanece: fazer com que todos retornem ao seu rebanho. Se é impossível haver salvação fora da igreja católica, todos os demais cristãos estão condenados ao inferno.


Decepção com o neopentecostalismo

Outra razão para o regresso ao catolicismo romano é a decepção com as falsas promessas de bênçãos e vitórias que são a principal doutrina das igrejas (seitas) neopentecostais. Tais seitas pregam a Teologia da Prosperidade e seu sistema de Confissão Positiva, que versam sobre prosperidade financeira, felicidade plena e saúde total. Na prática, claro, a decepção não tarda a chegar, as promessas não se cumprem, a prosperidade chega apenas para o líder da seita, as doenças não somem ou aparecem outras. Sentindo-se enganadas – como de fato foram – e desiludidas, muitas dessas pessoas abandonam a seita e voltam ao seu grupo religioso de origem, entre eles, a igreja católica. Aqui há que se fazer justiça ao catolicismo romano: essas pessoas, em sua maioria, não são católicos praticantes, mas estão entre aqueles que se lembram que possuem uma religião apenas nos censos realizados pelo IBGE. Elas também fazem parte do primeiro grupo citado: jamais foram convertidas, mesmo porque as seitas neopentecostais não pregam conversão a Jesus, mas às suas bênçãos.


Renovação Carismática Católica

Já há alguns anos a igreja católica tem-se revestido de uma roupagem mais espiritualista, por meio da Renovação Carismática, um movimento pentecostal dentro do catolicismo romano que nem sempre é visto com bons olhos pela Santa Sé, como também não o é a Teologia da Libertação – e com muita razão! A partir da Renovação Carismática, esse seguimento do catolicismo romano passou a manifestar alguns pontos comuns ao pentecostalismo e ao neopentecostalismo evangélicos, como o falar na “língua dos anjos”. Além disso, semelhantemente a seitas como a Igreja Universal do Reino de Deus, por exemplo, a igreja católica passou a celebrar missas para todas as ocasiões, como as missas de cura e libertação, onde, como acontece na IURD, os fiéis vão em busca de milagres e bênçãos. Os padres, que outrora praticavam uma oratória sacra, espiritualista, agora pregam como pastores evangélicos, tanto em relação à altura e ao timbre da voz, como ao conteúdo das suas pregações ou homilias. Em determinadas reuniões e encontros católicos, tirando-se os paramentos dos sacerdotes, as imagens sacras e a invocação a Maria e aos santos, dificilmente se conseguiria distingui-los de um culto pentecostal.

Esse movimento pode ser sedutor para muitos cristãos, acima de tudo os pentecostais e neopentecostais, que se identificam com muito do que acontece ali. Quando paramos para analisar a razão de muitos estarem nessas igrejas – culto da emoção, conversão pela experiência, misticismo, sede de milagres e bênçãos, etc. – podemos conjecturar que boa parte está no primeiro grupo, ou seja, não são verdadeiramente convertidos, não nasceram de novo. Além disso, é sabido que o ensino teológico não faz parte da cultura da maioria das igrejas pentecostais e, acima de tudo, neopentecostais, que se fiam na palavra dos seus líderes e em profecias e revelações que lhes são trazidas durante suas reuniões. Não é difícil haver o retorno de muitos desses crentes ao catolicismo romano ou a sua “conversão”, uma vez que ambos possuem elementos de culto muito semelhantes.


Há convertidos sinceros na igreja católica?

Quando observamos a vida de alguns fiéis católicos, sua paixão por Jesus, seu desejo intenso de conhecer mais a Palavra de Deus, sua entrega total à obra do Senhor, podemos imaginar que ali há diversas pessoas sinceramente convertidas a Jesus. Não podemos julgar quem é ou não é um verdadeiro cristão, mesmo porque as igrejas evangélicas estão abarrotadas de falsos cristãos, de joio, de lobos, de falsos profetas e falsos mestres. Pode, sim, haver convertidos a Jesus no seio da igreja católica. Todavia, gostaria de salientar dois pontos importantes. Primeiro: o amor por Jesus e pela sua Palavra nos conduz automaticamente a crer e viver a verdade que está nesta Palavra, ou seja: a sã doutrina. Como ser de Jesus em uma igreja cujas doutrinas e dogmas contrariam as Sagradas Escrituras em diversos aspectos? Como servir de coração ao Senhor acreditando e praticando o sacrifício eucarístico, a comunhão dos santos e a adoração a Maria? Jesus e a sua Palavra se fundem, de modo que não podemos amar e servir a um sem amar e servir a outro. Ou somos de Cristo e obedecemos a sua Palavra ou não somos de Cristo (Deuteronômio 5:29; João 14:15; Lucas 6:46; Tiago 1:22; Mateus 5:19; 1 João 5:3; 2 João 2:6). Como dizer “Eu amo a Cristo” e se prostrar diante de imagens de escultura e contar com a mediação de outros além dele? Esses católicos supostamente convertidos carecem de salvação ou de conhecimento bíblico verdadeiro.

Então chegamos ao segundo ponto: é impossível permanecer na igreja católica após ser convertido pela fé em Jesus e ser selado com o Espírito Santo. O mesmo acontece em qualquer outra religião ou seitas cristãs, como o Mormonismo e as Testemunhas de Jeová: o Espírito incomoda a mente e o coração do convertido diante das doutrinas e práticas que ele ouve e presencia. Ele já não suportará mais ver procissões com imagens de escultura sendo carregadas, orações pelos mortos, pagamentos de indulgências, o desprezo pelos cinco pontos da Reforma Protestante e tudo mais que forma a teologia e a prática da Igreja Católica Apostólica Romana. Logo, ele terá duas alternativas: tentar reformar a igreja católica – como aconteceu com Lutero – ou, diante dessa impossibilidade, abandoná-la – como também aconteceu com Lutero. Ele procurará uma igreja bíblica, que prega o Evangelho da graça de Deus e ali manterá comunhão com outros irmãos, crescerá na graça e no conhecimento de Deus e servirá ao Senhor com seus dons e talentos. Permanecer no catolicismo romano seria como permanecer nas Testemunhas de Jeová aprendendo o tempo inteiro que Jesus não é Deus. Impossível!


O impossível regresso

Nasci no ano de 1971 em um lar católico. O Espírito Santo me converteu no ano de 1994. Nunca mais pensei a respeito da igreja católica, até por volta de 1998 ou 1999, quando comecei a dar aulas de teatro a um grupo de adolescentes e jovens de uma cidade do litoral do Rio Grande do Norte, Baía Formosa. Todos os meus alunos eram católicos. Num determinado dia, fui com eles a uma reunião que ensinava sobre evangelismo. Em suma, ensinaram dois pontos: Pedro é o cabeça da Igreja e as igrejas protestantes são seitas comandadas por Satanás. Lá estavam à venda alguns livretos, que fiz questão de adquirir: “Respostas da Bíblia Às acusações dos ‘crentes’ contra a Igreja Católica para cada lar cristão” (que possui atualmente uma edição revista e atualizada com um título mais ameno: “Resposta da Bíblia a partir do seu sentido original para cada lar cristão”), do padre Vicente; “Cuidado com as seitas”, do padre Flaviano Amatulli Valente; e “A Igreja católica e as seitas: perguntas e respostas”, do mesmo autor.




Tamanha foi a minha indignação com o conteúdo dessa literatura, que me tornei estudioso do catolicismo romano, acima de tudo da “mariologia”. Comprei livros oficiais, como o Concílio Vaticano II e o Catecismo da Igreja Católica, entre outros. Decidi que estudaria e refutaria a doutrina oficial da igreja católica a partir dos seus próprios documentos. Também estudei a vida “real” dos papas, reveladas em livros como “A vida sexual dos papas” e “Os crimes dos papas”. Não existe uma única doutrina ou dogma católico que eu não tenha estudado e refutado através da Palavra de Deus. Um dos meus projetos para 2023, com a graça de Deus, é lançar o maior estudo já realizado por um cristão protestante a respeito da doutrina católica sobre Maria, intitulado: “Desvendando o segredo de Maria”.

Com todo o conhecimento que adquiri, pela graça de Deus, nas Sagradas Escrituras e que pude comparar com os dogmas e doutrinas da igreja católica, tenho a plena certeza de que é impossível que aquele que foi convertido a Jesus e conhece a Bíblia cogite a possibilidade de regressar à fé católica. Somente quem jamais foi convertido de verdade pode aceitar mais uma vez fazer parte de uma igreja que retira e acrescenta doutrinas da Bíblia de acordo com seus interesses. A vergonhosa idolatria reinante, acima de tudo, no catolicismo popular latino-americano já deveria servir de alerta a muitos que ainda estão na dúvida.


DEZ RAZÕES PELAS QUAIS É IMPOSSÍVEL AO VERDADEIRO CONVERTIDO RETORNAR AO CATOLICISMO ROMANO:


Aqui estão dez razões pelas quais um cristão protestante, verdadeiramente convertido a Cristo, pode achar impossível retornar à Igreja Católica:


1. Doutrina da Justificação pela Fé: Os protestantes acreditam que a salvação é exclusivamente pela fé em Jesus Cristo (Efésios 2:8-9), enquanto a Igreja Católica ensina que as boas obras e os sacramentos são também necessários para a justificação.

2. Suficiência das Escrituras: Os protestantes defendem a Sola Scriptura, ou seja, que a Bíblia é a única fonte infalível de autoridade para a fé e a prática cristã, rejeitando a tradição católica e a autoridade papal como igualmente válidas.

3. Rejeição da Autoridade Papal: A crença protestante nega a supremacia do papa como representante infalível de Cristo na terra, enquanto a Igreja Católica vê o papa como o sucessor de Pedro com autoridade sobre toda a Igreja.

4. Doutrina dos Sacramentos: Os protestantes acreditam que os sacramentos (como o batismo e a ceia do Senhor) são sinais externos da graça já recebida, enquanto a Igreja Católica ensina que os sacramentos, especialmente a Eucaristia, são meios pelos quais a graça é transmitida.

5. Culto a Maria e aos Santos: Muitos protestantes consideram o culto e as orações dirigidas a Maria e aos santos como uma forma de idolatria, algo que contradiz sua crença na mediação única de Cristo (1 Timóteo 2:5).

6. Confissão a Sacerdotes: Protestantes acreditam no sacerdócio de todos os crentes (1 Pedro 2:9), rejeitando a necessidade de confessar pecados a um sacerdote para receber absolvição.

7. Veneração de Imagens e Relíquias: Os protestantes rejeitam a veneração de imagens e relíquias, considerando isso uma violação dos mandamentos bíblicos que proíbem a idolatria (Êxodo 20:4-5).

8. Teologia da Missa: A doutrina católica ensina que a missa é uma repetição do sacrifício de Cristo, enquanto os protestantes creem que o sacrifício de Jesus na cruz foi único e suficiente (Hebreus 10:12-14).

9. Acesso Direto a Deus: Os protestantes enfatizam que todo crente tem acesso direto a Deus por meio de Cristo, sem a necessidade de mediação de sacerdotes ou de intercessão de santos (Hebreus 4:16).

10. Diferenças na Escatologia: A escatologia protestante, especialmente em relação ao purgatório e indulgências, diverge radicalmente da doutrina católica. Protestantes rejeitam o purgatório e creem que a salvação e o destino final dos crentes são determinados no momento da morte.


Essas diferenças teológicas e doutrinárias profundas tornam o retorno de um cristão protestante convertido à Igreja Católica altamente improvável.


Clique aqui e veja dez razões bíblicas pelas quais não sou mais católico: RAZÕES

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Mizael de Souza Xavier


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O VERDADEIRO SENTIDO DO NATAL

 


O VERDADEIRO SENTIDO DO NATAL

Mizael de Souza Xavier


Existem alguns fatos sobre o Natal que você precisa saber! Não, não quero falar da data, do papai Noel, dos presentes, de nada disso. Quero falar do verdadeiro sentido do Natal! Creio que até mesmo os ateus e fiéis de outras religiões sabem que os cristãos comemoram o nascimento de Jesus no Natal. Mas a grande questão é: por que foi preciso Jesus vir ao mundo? É isso que precisamos saber se queremos de fato “viver” o Natal.

1. O nascimento de Jesus é o cumprimento de uma promessa feita por Deus logo após a queda do homem, em Gênesis 3:15, chamado de “protoevangelho”: “Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar”. As profecias sobre a vinda do Messias, o Ungido do Senhor, estão espalhadas e tipificados em todo o Antigo Testamento, em especial nos livros proféticos (p. ex.: Isaías 7:14; 53:3-7; Miqueias 5:2; Zacarias 9:9; 12:10; Daniel 9). Quando o Senhor Jesus nasceu, os anjos disseram aos pastores: “Não temais; eis aqui vos trago boa-nova de grande alegria, que o será para todo o povo: é que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor” (Lucas 2:10,11).

2. Mas por que Jesus, o Verbo de Deus, o próprio Deus se fez carne e habitou entre nós (João 1:1-14)? A razão está justamente na Queda. Ao desobedecerem a Deus, os primeiros seres humanos atraíram para nós o pecado e a morte: “Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram” (Romanos 5:12). O pecado é algo abominável que afronta a santidade de Deus, que atai a sua ira e requer a satisfação da sua justiça. Deus não pode deixar os pecados e os pecadores impunes: “A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça” (Romanos 1:18). Os nossos pecados e a justiça de Deus fizeram com que Jesus viesse para nos salvar.

3. Jesus nasceu com sua morte já determinada, pois somente o seu sacrifício vicário poderia satisfazer a justiça do Pai e nos dar completa redenção. Paulo deixa isso bastante claro: “Se, pela ofensa de um e por meio de um só, reinou a morte, muito mais os que recebem a abundância da graça e o dom da justiça reinarão em vida por meio de um só, a saber, Jesus Cristo. Pois assim como, por uma só ofensa, veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também, por um só ato de justiça, veio a graça sobre todos os homens para a justificação que dá vida. Porque, como, pela desobediência de um só homem, muitos se tornaram pecadores, assim também, por meio da obediência de um só, muitos se tornarão justos” (Romanos 5:17-19).

4. Ao nascer, morrer, ressuscitar e subir glorioso aos céus, o Senhor Jesus proveu uma forma de nos reconciliarmos com Deus, de termos nossos pecados perdoados, nossa dívida totalmente paga e nossa alma eternamente salva: a sua maravilhosa graça, que nos justifica por meio da fé: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2:8,9). Cristo veio por causa nos nossos pecados, para nos conduzir a Deus: “Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus; morto, sim, na carne, mas vivificado no espírito” (1 Pedro 3:18). Paulo escreveu: “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5:8).

5. O Natal é uma ocasião para celebrarmos a vida, não esta vida, mas aquela que é eterna: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16). Dizem os religiosos que o Natal é tempo de reflexão, de fraternidade entre os povos e de estar perto da família. Mas nada disso é Natal. Tudo isso deve ser fruto de uma vida alcançada pela graça de Deus, que nos leva a viver em obediência e santidade, amando, adorando e servindo a Deus. Não é preciso crer em Jesus para fazer essas coisas, mas é preciso crer nele para ir para o céu. Conversão não é mudança de hábitos, mas de posição diante de Deus: de ímpios a santos, de perdidos a pecadores, de caídos a salvos.

6. O Natal é sim um momento para refletirmos se Jesus já nasceu no nosso coração, se fomos reconciliados com Deus e selados com o Espírito Santo. Aquele que ainda está morto em seus delitos e pecados (Efésios 2:1) não tem nada para comemorar. Aquele que pratica tudo o que Deus abomina, nada tem para festejar (Apocalipse 21:8). O nosso Redentor vive (Jó 19:25). Ele nos faz um alerta: “Porquanto Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem nele crê não é julgado; o que não crê já está julgado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus” (João 3:17,18). Quem não crê em Jesus Cristo como seu único e suficiente Senhor pode comemorar o Natal, mas não irá para o céu.

7. Por fim, o nascimento de Jesus jamais foi comemorado no Novo Testamento, bem como a sua ressurreição. São festas religiosas que se apoderaram de datas festivas pagãs. O Cristianismo não deve ser uma religião de festas e comemorações, mas de novo nascimento, de vida transformada, de proclamação das boas-novas da salvação, de comunhão entre os crentes, de serviço responsável ao mundo e, acima de tudo, de anseio pela volta do Senhor Jesus. Todavia, não precisamos demonizar esta data e desprezá-la, uma vez que sejamos cristãos verdadeiramente convertidos pelo Espírito Santo, que vivamos em santidade, que demos frutos e que obedeçamos a Deus. Se o sentido do Natal for uma reunião em família para comer, beber e trocar presentes apenas, devemos temer pelo pior: o inferno, pois Jesus não nasceu apenas para dar o céu aos que creem, mas para lançar no inferno os incrédulos.

Agora, deixemos que o próprio Senhor Jesus fale sobre o verdadeiro sentido do Natal:

Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e todo o que vive e crê em mim não morrerá, eternamente. Crês isto?” (João 11:25,26).

Espero que este breve estudo tenha abençoado a sua vida! Compartilhe-o com todos aqueles que você entende que precisam conhecer o verdadeiro sentido do Natal: “Cristo em vós, a esperança da glória” (Colossenses 1:27).

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sábado, 10 de dezembro de 2022

VIDA PIEDOSA E COMPROMETIDA COM O REINO

 


25 de Novembro


Vida piedosa e comprometida com o Reino

Texto áureo: 2 Timóteo 3:10-13


O apóstolo Paulo chama Timóteo a uma identificação com ele em diversos aspectos da vida e da fé, o que inclui perseguições, pois todos quantos querem viver piedosamente em Cristo serão perseguidos. Essa perseguição é fruto de uma vida piedosa, santa e obediente. Não existe possibilidade de vivermos como verdadeiros discípulos de Jesus sem esperar que por isso sejamos perseguidos, sem estar cientes de que também padeceremos os seus sofrimentos. A pergunta é: estamos vivendo piedosamente em Cristo? No nosso país, os cristãos não sofrem perseguição em massa por causa da sua fé, mesmo porque somos o maior país cristão do mundo, ao contrário do Oriente Médio, onde cristãos são ferozmente perseguidos e brutalmente martirizados ou em países comunistas que odeiam a Deus e tudo o que a religião representa, acima de tudo para seus planos diabólicos. Todavia, dentro do nosso contexto micro – familiar, profissional, social – ser de Cristo pode nos fechar muitas portas, trazer diversos transtornos no lar e ocasionar escárnios.

Muitas esposas crentes sofrem opressão dos maridos descrentes por causa da sua fé. Há crianças, adolescentes e jovens que, quando se convertem, são impedidos de frequentar a igreja por pais católicos. No ambiente empresarial, o crente piedoso pode sofrer por não querer adequar-se a esquemas desonestos por conta do seu compromisso com a Palavra de Deus. Se sofremos por nos identificarmos com Cristo, devemos nos alegrar e manter o padrão de santidade que Deus pede de nós. Por piores que tenham sido as perseguições que sofreu, Jesus nunca abriu mão do padrão eterno do seu Reino. Da mesma forma, os apóstolos jamais negociaram o seu caráter ou a sua fé. Talvez a calmaria evangélica da qual muitos gozam não tenha a ver com a paz de Cristo em suas vidas, mas com a falta de diferença no mundo, de uma vida piedosa repleta de valores bíblicos.

É preciso que sejamos amados por demonstrarmos o amor de Deus, jamais porque nos adequamos àquilo que o mundo espera de nós e que nos desvia da verdade. Por outro lado, é preciso que saibamos que o mundo nos odeia e faz isso porque odeia o nosso Salvador (Jo 15:18-25). Não podemos lutar pelo amor e pela tolerância do mundo, pois a única maneira de fazer com que isso aconteça é nos igualando a ele. Enquanto amarmos e obedecermos a Deus, o mundo nos odiará, porque nossos valores não são os seus, nossas crenças não são as suas, muito pelo contrário, tudo aquilo que, como cristãos, devemos ser e viver vai na contramão daquilo que o mundo é e faz. Como não podemos servir a dois senhores, entrar em duas portas diferentes e andar em dois caminhos antagônicos ao mesmo tempo, os conflitos jamais deixarão de existir. Mas passaremos por todos eles crendo na promessa do Senhor: “E eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século” (Mt 29:20).


Pensar-Sentir-Agir: Mateus 5:10; 2 Coríntios 4:8,9; Hebreus 13:3.


Ação transformadora: Dê glória Deus se sofrer por causa de Cristo.


os homens perversos e impostores irão de mal a pior”


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sexta-feira, 9 de dezembro de 2022

O PODER QUE VEM DE DEUS


 

O PODER QUE VEM DE DEUS

Mizael de Souza Xavier


"Porque eu, o Senhor, teu Deus, te tomo pela

tua mão direita e te digo: não temas,

que eu te ajudo" (Isaías 41:13).


O chamado do profeta Isaías para ser arauto de Deus para Judá e Jerusalém tem uma particularidade que pode nos dizer muito a respeito do nosso próprio chamado. Isaías foi um dos profetas maiores, profetizando em parte a respeito da condição espiritual adoecida do povo de Deus e em parte sobre a restauração de Israel e a vinda do Messias, Jesus Cristo. No capítulo sexto, o profeta Isaías relata uma visão do Senhor em seu trono, com serafins que estavam acima dele (vs. 1,2). Diante da visão gloriosa do Senhor, Isaías foi confrontado com a sua pecaminosidade e a de todo o povo, exclamando: "ai de mim, que vou perecendo! Porque eu sou um homem de lábios impuros e habito no meio de um povo de impuros lábios; e os meus olhos viram o rei, o Senhor dos Exércitos!" (v. 5). Então, com uma brasa viva tirada do altar, um serefim tocou seus lábios e o purificou do seu pecado (vs. 6,7).


Após a sua purificação, o profeta ouviu a voz do Senhor, que dizia: "A quem enviarei, e quem há de ir por nós?". Ao que ele logo respondeu: "eis-me aqui, envia-me a mim" (v. 8). Três lições podemos tirar desses versículos. A primeira diz respeito ao nosso estado de depravação total diante de Deus. Conforme escreveu Paulo aos romanos: "Todos pecaram e carecem da glória de Deus" (Romanos 3:23). Quando olhamos para Deus, somos confrontados com essa realidade e nos percebemos como seres miseráveis, incapazes de amá-lo e servi-lo. Isaías seria convocado para uma grande missão: falar em nome do Senhor, mas ele reconheceu que não era digno.


Então somos abençoados com a segunda lição: Deus fez por Isaías o que ele não podia fazer por si próprio: tirou sua iniquidade e purificou-o do seu pecado. O mesmo fez o Senhor por nós através do sacrifício vicário de Cristo. Ainda segundo Paulo: "Ele nos tirou da potestade das trevas e nos transportou para o Reino do Filho do seu amor, em quem temos a redenção pelo seu sangue, a saber, a remissão dos pecados" (Colossenses 1:13,14). Em Cristo somos perdoados e redimidos, temos paz com Deus e nos tornamos seus filhos. É Ele quem nos purifica e santifica pelo sangue de Cristo e seu Santo Espírito. O Senhor toca com uma brasa viva de salvação a nossa alma e nos liberta para servi-lo.


Então, vemos a terceira lição. Isaías atende positivamente ao chamado de Deus: "eis-me aqui, envia-me a mim". Nós só podemos atender ao chamado de Deus para a salvação quando somos tocados pelo Espírito Santo. Da mesma forma, somente após o toque regenerador de Deus é que nos dispomos a obedecê-lo e a abraçar a sua obra. Embora fosse um homem inteligente e respeitado, a capacidade e o poder que Isaías necessitava vinham de Deus. Conforme escreveu Paulo: "porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade" (Filipenses 2:13).


O que aprendemos com o profeta Isaías é aquilo que o Senhor Jesus nos ensinou: "Eu sou a videira, vós, as varas; quem está em mim, e eu nele, este dá muito fruto, porque sem mim nada podereis fazer" (João 15:5). A missão de Isaías não era nada fácil, muito menos a nossa. O povo tinha o coração duro, mas o Senhor lhe disse: "Porque eu, o Senhor, teu Deus, te tomo pela tua mão direita e te digo: não temas, que eu te ajudo" (Isaías 41:13). Nós também não devemos temer, mas submeter toda a nossa vida a Deus, na certeza de que, se cremos em Jesus, Ele já perdoou os nossos pecados e nos capacitou para a sua obra. Quando acharmos que nada podemos e isso nos desanimar, lembremos que o poder não é nosso, mas de Deus.


"E é por Cristo que temos tal confiança em Deus; não que sejamos capazes, por nós, de pensar alguma coisa, como de nós mesmos; mas a nossa capacidade vem de Deus" (2 Coríntios 3:4,5).


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